quinta-feira, 29 de março de 2012

Ah... mais um não, por favor!

Perdido em meus devaneios noturnos me deparei com um lado até então desconhecido e não consegui associá-lo a nenhum dos meus outros...tenso!

Era só o que me faltava... como se já não bastasse o conflito interno que travo com o Aldrich e o Neto!

Valter

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ah... o fim de um ciclo?

Tem coisa pior do que a sensação de não fazer parte de algo? Pois é... ultimamente sinto isso em relação ao meu trabalho.

Sou apaixonado pela minha profissão é não tenho como descrever apenas com palavras o que sinto quando estou ministrando aulas mas, ultimamente uma apatia me domina e não sinto a mínima vontade de me locomover até a academia e o mais engraçado é que depois que dou início tudo volta ao normal, como se a aula fosse um universo paralelo, o que me leva a conclusão de que o problema é com o ambiente, com a academia em si.

E eu realmente estou certo, o ambiente em que trabalho não está nada amigável e nem um pouco afável e me sinto em um ambiente escolar onde existem os grupinhos, as fofocas e outros comportamentos, creio que já passei dessa fase e não quero mais ter que passar por isso. Mas o que mais me incomoda é a "rixa" que alguns têm comigo e que não faço a mínima ideia de onde e porque ela surgiu...

Outro fato extremamente irritante e aquele lance de "cobrar mais de quem pode ser cobrado" e "ser mais severo com quem é bom", sinceramente, não dá mais! Cansei de levar um monte de "shipá" por uma coisa mínima que esqueci ou que deixei de fazer enquanto outros, que fazem menos do que eu, continuam lá felizes e contentes como se fossem excelentes profissionais e exemplos a serem seguidos.

Mas o Valter, ah ele não pode errar, não pode fazer "merda", NUNCA! E quando faz é praticamente crucificado... ok, não sou perfeito e eu vou errar e quero que me permitam errar, só assim irei aprender, faz parte do ciclo da vida e todos estão suscetíveis a erros, ou não? Estou cansado de receber apenas o balde da água que esvai e da água que contamina...

Infelizmente ou felizmente o que me prende é a dimensão econômica, pois dependo dela para viver, o que impossibilita a minha saída da empresa no momento mas, não sei quanto tempo mais irei suportar caso a situação não seja revertida, o que duvido muito, enfim...

Valter



segunda-feira, 12 de março de 2012

Ah... o filho desnaturado!

Sempre questionei o fato de até hoje não ter sido abandonado pelo Deus e pela Deusa e me pergunto até quando vou continuar renegando a presença de ambos em minha vida. Nunca fui um exemplo de filho ideal, sempre fui relapso em meus estudos, celebrações e posso quase contar no dedo quantas vezes tentei entrar em contato com eles... mas, apesar de tudo, não consigo imaginar como teria sido a minha vida sem o amparo de Wotan/Afrodite e de todas as outras faces do Deus e da Deusa.

Ainda não encontrei uma maneira de conciliar a minha vida pessoal com a profissional e a mágica, mas não sei se eu realmente quero encontrar uma maneira e/ou se estou preparado para encontrar esse equilíbrio. E mesmo assim eles continuam tentando se aproximar e romper a imensa barreira que existe e que repele tudo que deseja adentrar em meu verdadeiro eu.

Será que um dia eu vou conseguir me conectar e retribuir tudo o que me foi dado ou acabarei sendo rejeitado por ambos após as inúmeras tentativas sem sucesso?

Aldrich

segunda-feira, 5 de março de 2012

Ah... o passado não tão passado!
  
Eu odeio os meus pensamentos nostálgicos en ter que reviver alguns fatos do passado. Não costumo me arrepender de minhas escolhas, mas muitas vezes acabo trazendo a tona alguns acontecimentos do passado e me pergunto como seria o meu presente se eu tivesse tomado decisões e rumos diferentes.

Nesses devaneios acabo avaliando e comparando os meus erros e acertos (característica muito forte do meu lado libriano, infelizmente) e concluo que às vezes posso ter sido infeliz em algumas de minhas escolhas e acabo sofrendo à toa, já que nada poderá ser desfeito ou alterado.
  
Confesso que sinto falta de algumas pessoas e de algumas coisas, materiais ou não, que possuía há algum tempo atrás. Mas será que elas eram realmente necessárias? Será que eu não precisei abrir mão delas para ceder espaço a tudo o que possuo atualmente?
  
Já sei a resposta de ambas as perguntas, mas o meu subconsciente insiste em reviver os fatos do passado. O que me leva a outra pergunta: quando estarei preparado para resolvê-los, definitivamente?

Valter