domingo, 28 de outubro de 2012

Ah... a eterna briga interna!

E quando você não consegue definir qual de suas próprias facetas deve seguir?

E quando você não consegue racionalizar e questionar as próprias escolhas?

E quando você não consegue entender a si mesmo?

Valter/Neto/Aldrich

terça-feira, 31 de julho de 2012

Ah... mudanças e mais mudanças!

E justo quando eu pensava estar tudo normatizado e que tinha me adaptado as mudanças anteriores tudo muda novamente... as vezes chego a pensar o quanto os Deuses se divertem com essas mudanças e em como iremos nos adaptar, são uns fanfarrões mesmo!

Mas como sempre o lobo solitário aprende a se moldar ao ambiente em que vive...

Aldrich/Valter

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ah... ninguém é insubstituível?!?

Quem nunca ouviu essa frase pelo menos uma vez durante toda a sua vida? Sempre me perguntei se as pessoas realmente poderiam ser substituídas por outras assim tão facilmente. Nunca concordei com essa afirmativa e odeio generalizações. Creio que algumas pessoas podem ser substituídas e outras não.

Tem pessoas que não agregam valor algum a minha vida que poderiam ser substituídas por outras, entretanto, não consigo imaginar a minha vida sem a presença de alguns amigos/companheiros e sequer imagino como poderia substituí-los e creio que ninguém jamais conseguirá.

Ultimamente me pergunto em quais situações poderia ser substituído ou não. Será que estou sendo reconhecido nas situações em que não? A resposta pode ser cruel mas, creio que para muitos, profissionalmente principalmente, não passo de mais um dos "indivíduos substituíveis", mesmo não sendo e tendo absoluta certeza de que não conseguirão me substituir como imaginam...

Será que errei durante os meus julgamentos e considerei algumas pessoas erroneamente? Ainda acredito que nem todos possam ser trocados e que algumas pessoas deixam marcas tão profundas em nossas vidas que jamais serão esquecidas, mas... let it will be!

Aldrich

terça-feira, 26 de junho de 2012

Ah... os aracnídeos!

Tem coisa mais chata e desesperadora do que ser "perseguido" pela sua fobia? Pior ainda se a sua possui 4 pares de patas, quelíceras e que podem matar...

Já tentei trabalhar, conviver, enfrentar o medo, mas ainda não fui capaz de vencer a minha aracnofobia. Sei que nada é por acaso e que deve ter algum porque mas, francamente, prefiro nem saber os reais motivos desse meu pavor de aranhas!

Fazia tempo que não surtava, mas noite passada sonhei que tinha uma no teto do meu quarto e acordei desesperado procurando-a. E hoje ao chegar em casa me deparo com uma me "esperando" na porta de casa, só pode se brincadeira, não é possível...

Valter

domingo, 17 de junho de 2012

Ah... mudanças e mais mudanças!

Nunca imaginei que passaria por tantas mudanças dentro de tão pouco tempo...

Mas como dizem: Cuidado com o que pedes!

Espero que em breve eu consiga atualizar o "meu diário" com mais frequência.

Valter

terça-feira, 1 de maio de 2012

Ah... o início de uma nova fase?

Hora de mudar e provocar as mudanças que julgo necessárias...

Hora de traçar novas metas!

Valter

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Ah... a fábula dos dois lobos!

(...) "Lutei muitas vezes contra meus sentimentos. Era como se existissem dois lobos dentro do meu coração. Um deles era bom, justo, não magoava, vivia em harmonia com todos ao seu redor, e não se ofendia quando não havia intenção de ofender. Ele só lutava quando julgava certo fazer isto, e o fazia da maneira correta. Mas, o outro lobo, ah! este era cheio de raiva. Mesmo as pequeninas coisas o lançavam num ataque de ira! Ele brigava com todos sem qualquer motivo. Sua raiva era tão grande que ele não conseguia nem pensar direito. Era uma raiva inútil, pois ela não iria mudar coisa alguma! Algumas vezes era difícil conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentavam dominar o meu coração." (...)

Ultimamente tenho optado por alimentar o lobo da raiva...

Neto
Ah... os tempos obscuros!

Depois de um tempo sumido resolvi voltar e encarar os meus problemas, pensando bem não seria encarar o termo e sim colocar para fora porque ultimamente não estava conseguindo sequer organizar os meus pensamentos devido algumas turbulências internas/externas que estava enfrentando, mas creio que está na hora de lidar com esses sentimentos...

Existe algo mais complicado e trabalhoso do que lidar com a própria emoção? Às vezes gostaria de ter um botão on/off, quem sabe assim eu teria um pouco mais de auto-controle e conseguiria "domesticar" a minha transparência.

Ser transparente é como estar empunhado uma espada de dois gumes durante um duelo, o lado positivo é o fato de que sempre serei verdadeiro e jamais irei esconder os meus sentimentos ou o que sinto a respeito de algo/alguém o lado negativo é o fato de que essa exposição dos meus sentimentos pode magoar as pessoas ou pode me deixar vulnerável as outras pessoas... o difícil mesmo e conseguir equilibrar esses dois lados ou saber dosá-los.

Às vezes me sinto como um lobo tomado e guiado por impulsos instintivos e posso até dizer que me torno um animal irracional guiado somente pelos meus sentimentos e é geralmente nessa fase que as fases turbulentas surgem e que acabo tendo que lidar com a minha sombra. Será que algum dia vou conseguir domesticar esse meu lobo interno? Na verdade a pergunta não é se vou conseguir e sim se eu quero domesticá-lo...

Confesso que me sinto totalmente livre ao libertar esse meu lobo interno, como se estivesse sendo realmente quem sou, o problema é que a natureza desse lobo é totalmente instável e posso ser leve como uma brisa ou intempestivo como um tornado em fração de segundos. Nesse processo acabo ferindo as pessoas que me confrontam o que tentam me impedir de alcançar os meus objetivos e às vezes acabo ferindo até mesmo aquelas que querem me ajudar e com isso me afasto ou faço as pessoas se afastarem de mim.

Até hoje não conseguir definir se quero ser um lobo solitário ou se quero ser um lobo que faça parte de uma matilha, sendo assim não consigo definir até que ponto seria interessante me afastar ou me aproximar das pessoas...complicado não?


Valter

domingo, 1 de abril de 2012

Ah... como um lobo solitário!

E tudo volta a ser como antes... Eu, o Aldrich e o Neto.

Acho que nasci para ser um lobo solitário...

Valter

quinta-feira, 29 de março de 2012

Ah... mais um não, por favor!

Perdido em meus devaneios noturnos me deparei com um lado até então desconhecido e não consegui associá-lo a nenhum dos meus outros...tenso!

Era só o que me faltava... como se já não bastasse o conflito interno que travo com o Aldrich e o Neto!

Valter

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ah... o fim de um ciclo?

Tem coisa pior do que a sensação de não fazer parte de algo? Pois é... ultimamente sinto isso em relação ao meu trabalho.

Sou apaixonado pela minha profissão é não tenho como descrever apenas com palavras o que sinto quando estou ministrando aulas mas, ultimamente uma apatia me domina e não sinto a mínima vontade de me locomover até a academia e o mais engraçado é que depois que dou início tudo volta ao normal, como se a aula fosse um universo paralelo, o que me leva a conclusão de que o problema é com o ambiente, com a academia em si.

E eu realmente estou certo, o ambiente em que trabalho não está nada amigável e nem um pouco afável e me sinto em um ambiente escolar onde existem os grupinhos, as fofocas e outros comportamentos, creio que já passei dessa fase e não quero mais ter que passar por isso. Mas o que mais me incomoda é a "rixa" que alguns têm comigo e que não faço a mínima ideia de onde e porque ela surgiu...

Outro fato extremamente irritante e aquele lance de "cobrar mais de quem pode ser cobrado" e "ser mais severo com quem é bom", sinceramente, não dá mais! Cansei de levar um monte de "shipá" por uma coisa mínima que esqueci ou que deixei de fazer enquanto outros, que fazem menos do que eu, continuam lá felizes e contentes como se fossem excelentes profissionais e exemplos a serem seguidos.

Mas o Valter, ah ele não pode errar, não pode fazer "merda", NUNCA! E quando faz é praticamente crucificado... ok, não sou perfeito e eu vou errar e quero que me permitam errar, só assim irei aprender, faz parte do ciclo da vida e todos estão suscetíveis a erros, ou não? Estou cansado de receber apenas o balde da água que esvai e da água que contamina...

Infelizmente ou felizmente o que me prende é a dimensão econômica, pois dependo dela para viver, o que impossibilita a minha saída da empresa no momento mas, não sei quanto tempo mais irei suportar caso a situação não seja revertida, o que duvido muito, enfim...

Valter



segunda-feira, 12 de março de 2012

Ah... o filho desnaturado!

Sempre questionei o fato de até hoje não ter sido abandonado pelo Deus e pela Deusa e me pergunto até quando vou continuar renegando a presença de ambos em minha vida. Nunca fui um exemplo de filho ideal, sempre fui relapso em meus estudos, celebrações e posso quase contar no dedo quantas vezes tentei entrar em contato com eles... mas, apesar de tudo, não consigo imaginar como teria sido a minha vida sem o amparo de Wotan/Afrodite e de todas as outras faces do Deus e da Deusa.

Ainda não encontrei uma maneira de conciliar a minha vida pessoal com a profissional e a mágica, mas não sei se eu realmente quero encontrar uma maneira e/ou se estou preparado para encontrar esse equilíbrio. E mesmo assim eles continuam tentando se aproximar e romper a imensa barreira que existe e que repele tudo que deseja adentrar em meu verdadeiro eu.

Será que um dia eu vou conseguir me conectar e retribuir tudo o que me foi dado ou acabarei sendo rejeitado por ambos após as inúmeras tentativas sem sucesso?

Aldrich

segunda-feira, 5 de março de 2012

Ah... o passado não tão passado!
  
Eu odeio os meus pensamentos nostálgicos en ter que reviver alguns fatos do passado. Não costumo me arrepender de minhas escolhas, mas muitas vezes acabo trazendo a tona alguns acontecimentos do passado e me pergunto como seria o meu presente se eu tivesse tomado decisões e rumos diferentes.

Nesses devaneios acabo avaliando e comparando os meus erros e acertos (característica muito forte do meu lado libriano, infelizmente) e concluo que às vezes posso ter sido infeliz em algumas de minhas escolhas e acabo sofrendo à toa, já que nada poderá ser desfeito ou alterado.
  
Confesso que sinto falta de algumas pessoas e de algumas coisas, materiais ou não, que possuía há algum tempo atrás. Mas será que elas eram realmente necessárias? Será que eu não precisei abrir mão delas para ceder espaço a tudo o que possuo atualmente?
  
Já sei a resposta de ambas as perguntas, mas o meu subconsciente insiste em reviver os fatos do passado. O que me leva a outra pergunta: quando estarei preparado para resolvê-los, definitivamente?

Valter

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ah... até a minha pouca paciência tem limite!


Desde já peço desculpas pelo linguajar e teor do post, eu realmente preciso colocar esse sentimento pra fora... não creio que eu tenha leitores que possam se ofender, mas, por via das dúvidas.


Eu realmente não tenho paciência para pessoas que me rotulam, mas pior ainda é ser rotulado por uma "secretariazinha" de quinta que sequer conseguiu concluir o ensino fundamental e ensino médio! Quero deixar bem claro que não tenho nada contra a profissão, pois conheço algumas pessoas muito inteligentes que trabalham nessa área, mas encaram como serviço temporário enquanto cursam o ensino superior e não como projeto de vida.


Agora a pessoa que não tem ensino superior, que não consegue estabelecer um canal de comunicação em português e que  mal consegue viver devido ao baixo salário que recebe tem a cara de pau de tentar me julgar, justo eu que completei o ensino superior, curso de língua estrangeira, especialização reconhecida internacionalmente, que possuo dois empregos, tenho carro próprio, ganho cerca de cinco vezes mais com uma carga horária de trabalho inferior. É demais né?


Acho que cada um deveria saber se posicionar e se colocar na devida posição, se você é inferior, em todos os sentidos, não tente rotular alguém por ser o que você não é que muitas vezes gostaria de ser... é, realmente, inveja é uma merda!


Mas ainda bem que existem pessoas como eu, que não levam desaforo pra casa e que tem a coragem de enfiar o dedo na cara de algum filho da puta como esse/a... eu odeio ter que me posicionar porque eu sei que vou direto à ferida e que com certeza vou fazer a pessoas chorar e se sentir o pior ser humano da face da terra. Faço isso tranquilamente e ainda consigo repousar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo sem me sentir culpado, pelo contrário, me sinto até aliviado.


Pois é... nunca provoque alguém com que não possa lidar e a lazarenta mexeu com a pessoa errada pois nunca entro em uma briga que eu não possa vencer.


Neto

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ah... os desprovidos de capacidade cognitiva!

 
Tem coisa mais irritante/frustrante do que tentar estabelecer um canal de comunicação e não obter sucesso devido às limitações cognitivas da outra pessoa?

Será que é "pedir demais" a pessoa possuir o mínimo de conhecimento para que ela seja capaz de estabelecer um canal de comunicação com as outras pessoas? Creio que sim afinal tem pessoas que não conseguem estabelecer um canal consigo mesma imagine com outras pessoas...

 
Eu realmente não consigo respeitar gente ignorante... atualmente o conhecimento não é algo restrito e está disponível a todos, independente de classe social, seja através de livros, bibliotecas, museus, escolas, internet etc. Ou seja, só é burro quem quer!


Sei que não é simples utilizar a capacidade cognitiva e isso requer tempo, estudos e uma busca infinita pelo conhecimento... acho que até entendo o porquê alguns optam por não desenvolvê-la. Como diria uma personagem famosa do projeto humorístico Terça Insana: "Ser intelectual dói, me deixe ser burra"

 
Neto

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Má influência!


Quem nunca, em toda sua vida, ouviu a famigerada frase:


(...) você é uma má influência, está levando a pessoa para um mau caminho (...)


Ao me deparar com essa frase, ou similares, sempre me questionei: Mas afinal, qual o caminho certo? Existe um caminho certo? Até quando as pessoas vão ser tão prepotentes a ponto de acreditar que o seu caminho é o único e correto?


Desde a minha infância tenho que lidar com certos comentários e julgamentos sobre as influências que exercia sobre os outros, sim acredite, desde pequeno eu fui apontado como má influenciador... mas seria influência o termo correto? Afinal, segundo o Aurélio (objeto até então desconhecido por muitos):


"Influência: [Do lat. med. influentia] S.f. 1. Ato ou efeito de influir (-se) 2. Ação que uma pessoa ou coisa exerce sobre outra 3. Entusiasmo, animação 4. Prestígio, crédito 5. Ascendência, predomínio, poder."


Será que posso me considerar um influenciador de pessoas somente por mostrá-las um ponto de vista/perspectiva diferente? Ou será que o influeciador/es no caso e/são as pessoas que criticam as outras por pensarem diferente?


Ainda não obtive uma resposta conclusiva a respeito dos meus questionamentos mas, tenho certeza de que continuarei sendo quem sou e seguindo a direção que julgo correta, mesmo que ela não seja a mesma dos demais e quem sabe alguns não passem a me seguir ou que até eu passe a segui-los... quem sabe?

Neto

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Ah... a Sombra!


"A sombra representa o que não sabemos ou negamos a respeito de nós mesmo. A sombra é o arquétipo que representa os aspectos obscuros da personalidade e desconhecidos da consciência e que estão mais acessíveis ao ego"

Em quase todos os meus momentos introspectivos me deparo com ela e acabo revivendo todas as minhas experiências negativas que foram reprimidas, características não assumidas, qualidades não percebidas e tudo aquilo que faz parte do meu inconsciente.

Eu sei que o conhecimento da sombra é um fator importante no processo do auto-descobrimento, pois possibilita a percepção de aspectos desconhecidos da personalidade e daqueles que não são desejados, portanto negados.

Mas de que adianta todo esse conhecimento teórico se eu não consigo aplicá-lo? Pergunto-me quando estarei pronto e se eu realmente desejo enfrentar a minha sombra... enquanto isso fico aqui preso em meus devaneios e ignorando a presença dela.


Aldrich

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Por que criar um Blog?


Posso dizer que o motivo foi bem pessoal, criei esse Blog com o intuito dele ser uma ferramenta para me ajudar a entender e lidar com os meus sentimentos, tanto que não pretendo divulgar nem fazer propaganda sobre a criação do mesmo.

Resumindo, esse Blog vai servir como uma forma de desabafo diário/semanal e espero que entendam que ao desabafar não estou buscando opiniões ou soluções para os meus problemas, o que eu quero é conseguir colocá-los para fora.

Quem sabe agora eu consiga equilibrar a minha "tripolaridade" e entender o Valter, o Neto e o Aldrich?


Valter